(simples assim)
Até hoje peno por não saber lidar com essa impulsiva liberdade tomada por meus sentimentos. Quem meu coração pensa que é pra mandar e desmandar assim em mim? Que culpa tenho eu, reles mortal, se meu coração se dá por destemido a sair por aí causando-me cicatrizes? Não é ele que sente a dor e nem são dele as lágrimas.
Meu coração não se emenda! Frágil assim eu nunca vi, nem hei de ver. Quantas vezes e quantas vezes eu alertei “não sejas assim tão bobo!” e é como se falasse as paredes, de nada adianta. E de repente, de repente mesmo, quando eu menos imagino, ele me aparece machucado, sangrando, e eu me ponho a sentir suas dores. E doem, como doem. Aí só o tempo.Santo remédio dos corações partidos...
ana beatriz vasconcelos
terça-feira, 24 de julho de 2007
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